A Internet das Coisas

google internet das coisasNada vai mudar mais na maneira como vivemos nossas vidas quando finalmente for implementado o conceito de Internet das coisas, inteligência artificial e robótica. Embora estas tecnologias vão tornar a vida muito mais fácil e as empresas mais eficientes e rentáveis, há um lado B. Isto tem a ver com as perspectivas de empregos e de alguns cientistas proeminentes que estão levando o mundo a acreditar nas máquinas
artificialmente inteligentes virem um dia virar-se contra seus criadores e destruir toda a humanidade. Parece até filme de ficção cientifica, mas imagine se criarem um robô policial que possui raciocínio lógico e ele determinar que todos os humanos são um risco ao planeta ou algo assim.

A Internet das coisas é esperada para conectar pessoas, dados, processos e dispositivos em uma escala gigantesca até o final da década atual, imagine todos os dispositivos eletrônicos conectados como entidades acessíveis em qualquer lugar através da Internet, seriam bilhões de pontos de conexão. Antes de começar a se preocupar com as perspectivas da humanidade em risco a partir de uma tomada de controle pelas máquinas, é preciso descobrir como as oportunidades apresentadas pela Internet das coisas são postas à utilização optimizada, o que em si vai exigir grande atenção. Lembrando que o risco de um humano querer ter acesso a tudo também deve ser considerado, um hacker por exemplo pode invadir sistemas de portas eletrônicas, resfriamento, aquecimento, entre milhares de objetos do dia a dia.

Internet das coisas

A maior ameaça existencial para nós não será as que vemos em filmes de ficção científica como cenários onde as máquinas artificialmente inteligentes e robôs irão se rebelar contra os humanos, mas pela vulnerabilidade de segurança que esta convergência massiva poderá deixar. A menos que o sistema seja perfeitamente desenhado, por exemplo, o impacto sobre toda a rede pode levar a consequências desastrosas numa escala sem precedentes. Nenhum objeto pode ser desconsiderado como menos ou mais perigoso.

Considerando-se que a inteligência artificial real é passa por uma fase de desenvolvimento, é bastante não se preocupar com o perigo que representa para os seres humanos. Vamos aprender a colher plenamente os benefícios que a Internet das coisas, alguma inteligência artificial rudimentar e evolução das tecnologias robóticas tem a trazer para nós. Quando chegar a hora que nós mesmos vamos encontrar a solução para qualquer ameaça em potencial no futuro. A revolução industrial, quando chegou no século XVIII, veio evocando medo e trepidação semelhante, mas as coisas aconteceram e tudo ficou “bem” no final. Houve consequências sociais e económicas muito graves com a revolução que tiveram de ser superados antes que as coisas se acalmassem.

Enquanto isso precisamos preparar nossos jovens para lidar com essas tecnologias emergentes, ver como isso irá ajudá-los a encontrar emprego nos próximos tempos e fazê-los aceitar que algumas profissões vão deixar de existir devido aos avanços da tecnologia. Não será, evidentemente, as perdas de emprego por conta do aumento em todos os tipos de automação, mas haverá outras oportunidades em abundância para aqueles que antecipar e se preparar para a mudança de paradigma na forma como as empresas e organizações conduzirão seus negócios nos próximos tempos. Estamos entrando em momentos muito interessantes, de fato, e o conhecimento principalmente nas áreas ligadas a computadores, será um bem valioso no futuro.

Para ligar os objetos e aparelhos do dia-a-dia a grandes bases de dados e a Internet, é necessário um sistema eficiente de identificação, o que resolveria em parte os problemas de segurança. Só desta forma se torna possível registrar os dados sobre cada uma das coisas. A identificação por rádio frequência RFID oferece esta funcionalidade.

Como surgiu a Internet das Coisas?

net das coisas

A ideia de Internet das Coisas é discutida desde 1991, quando a conexão TCP/IP e a Internet que conhecemos hoje começou a se popularizar. Um dos fundadores da Sun Microsystems, Bill Joy, pensou sobre a conexão de entre dispositivos, D2D, como várias conexões simultâneas entre coisas.

Em 1999, Kevin Ashton propôs o termo “Internet das Coisas” como oficial e dez anos depois escreveu o artigo que viria a ser colocado como o primeiro tema concreto sobre o assunto, “A Coisa da Internet das Coisas”. A rede oferecia, na época, 50 Pentabytes de dados gravados, registros e reprodução de imagens.

O tempo e a necessidade de controle a longas distâncias geraram a necessidade de se conectar à Internet de outras maneiras. Para especialistas, essa revolução será maior do que o próprio desenvolvimento do mundo online que conhecemos hoje.

Um dos exemplos de aplicação da Internet das Coisas, envolve a Microsoft. A empresa junto com uma fabricante de elevadores desenvolveu um sistema inteligente e online para monitorar os elevadores através de call centers e técnicos. O software funciona através de grandes redes de computadores, além de rodar em um app para tablets com Windows.

A ideia é prestar assistência em tempo real e evitar acidentes com manutenções preventivas nos produtos da marca. Essa iniciativa resulta em uma redução de custo.

A Universidade da Califórnia de São Francisco também está apostando na tecnologia e tentou implementar o Google Glass na mesa de cirurgia, mas infelizmente o produto da Google pode estar saindo definitivamente de produção. Os testes começaram com problemas nos comandos de voz e não funcionaram bem na hora de fazer uma operação e quando precisou agilizar os procedimentos, um operador acionou os comandos dos óculos pela conexão sem fio.

O aparelho funcionou com imagens de raio-X, mas precisou de ajustes na claridade para exibir informações com maior nitidez. A iniciativa pode ser o início do uso de acessórios móveis em massa por parte de médicos, sobretudo o produto da Google.

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